Greening

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O Super Guia

introdução

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Muitos citricultores redobram os cuidados quando o assunto é o greening. Isso porque a doença chega de maneira silenciosa, não tem cura e se espalha com grande velocidade pelo pomar. As consequências do greening para o citricultor são enormes, já que acarretam na perda total da plantação. Mas, é possível evitá-lo? O que se pode fazer quando são percebidos os sinais do greening?
Para que se possa evitar essa perda, é aconselhável que haja uma manutenção e acompanhamento periódico da plantação de citros. Pensando em auxiliá-lo nessa tarefa, elaboramos um guia com informações atuais e essenciais sobre as causas do greening, o modo de ação e transmissão da doença, sintomas nas folhas e frutos, e, ainda, dicas de como evitar que o greening chegue até o seu pomar.
GRANBLACK Fertilizante Foliar Premium Greening O Super Guia Imagem de Sintoma do Greening Na Folha
Foto: Citrus Diseases. USDA - U.S. Department Of Agriculture

O que é o greening?

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Uma das grandes ameaças da citricultura, o greening, também conhecido como Huanglongbing (HLB), devasta pomares de todo o mundo. Para se ter uma ideia, a ação da bactéria causadora da doença vai direto ao ponto: ocasiona a perda de frutos e, aos poucos, definha a planta por completo. Comprometendo a produtividade dos pomares, o greening se alastra em uma velocidade impressionante, o que torna o problema ainda pior.

Contudo, antes que se possa falar no greening é preciso entender de onde ele vem. O agente causal da doença é uma bactéria chamada Candidatus Liberibacter (podendo ser, asiaticus, americanus ou africanus), que vive e se desenvolve no floema (tecido cujo objetivo é o transporte de substâncias) das plantas.

origem do greening

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No Brasil, a bactéria do greening é transmitida pelo psilídeo Diaphorina citri, um pequeno inseto (2 a 3 mm de comprimento) que possui coloração marrom claro, quando jovem, e desenvolve manchas escuras com seu envelhecimento. É comum apresentar um aspecto branco pulverulento sobre seu corpo e asas transparentes, as anteriores com manchas escuras de formato irregular.

O greening surgiu na Ásia há mais de cem anos e, atualmente, já foi relatado em mais de 40 países entre África, Oceania, América do Sul e Norte. No Brasil foi constatado pela primeira vez na década de 1940, mas só no ano de 2004 passou a ser considerado uma praga importante no Estado de São Paulo. Nos anos seguintes se espalhou com facilidade por Minas Gerais e Paraná. Devido a velocidade com que o inseto percorre os pomares, a doença pode ser detectada, hoje, no país inteiro.

Como já dito, os danos causados pela patologia são severos em todas as variedades de citros e, até o momento, não se conhece resistência genética à ela. Em outras palavras, não há cura para as plantas doentes. Por outro lado, existem ações direcionadas para a conscientização de produtores e técnicos no sentido de se elaborar estratégias de manejo e prevenção da doença.

Principais causas do greening nos citros

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Considerada uma doença sem cura, o greening coleciona prejuízos em plantações de todo o mundo. Entre eles, a contaminação por completo do pomar, má nutrição das plantas e consequente definhamento, queda dos frutos e a diminuição da produtividade. A doença também prejudica a coloração da planta, que fica com um tom amarelado.

Causada por bactérias do gênero Candidatus Liberibacter, sua transmissão acontece por meio de um vetor-alado, os psilídeos do tipo Diaphorina citri. Quando um psilídeo contaminado pousa em uma planta e começa a se alimentar dela, a transmissão acontece.

Em seguida, as bactérias se aglomeram, formando colônias bacterianas. A presença das bactérias é responsável por diversas sequelas, entre elas o aumento da produção de caloses, que causam a obstrução dos vasos do floema — caminho por onde passa a alimentação da planta.

Esse efeito atinge diretamente aquilo que é mais importante para a planta: sua alimentação. A bactéria multiplica-se nos vasos do floema e é levada pelo fluxo de seiva para a planta inteira, impedindo a distribuição dos nutrientes necessários ao desenvolvimento dela. Quando existem sintomas nas extremidades dos galhos, por exemplo, é sinal de que a doença já está alojada em diversos pontos, inclusive nos troncos e raízes.

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GRANBLACK Fertilizante Foliar Premium Greening O Super Guia Imagem de Psilídeo
Psilídeo (Diaphorina citri)
Foto: Citrus Diseases. USDA - U.S. Department Of Agriculture

Por isso, quando contaminadas, plantas novas não chegam a produzir e plantas adultas tornam-se improdutivas entre 2 e 5 anos. Não há métodos de cura para o greening e, uma vez infectadas e sintomáticas, as plantas devem ser eliminadas.

O greening tem sido tema de muitos estudos em grandes institutos de pesquisa e universidades. Entre as investigações sobre a ação da doença e maneiras de solucioná-la, o objetivo dos pesquisadores é sempre o mesmo: levar produtividade e longevidade aos pomares — diretamente do laboratório para o campo. Esse é o ponto que abordaremos agora.

Quais os sintomas do greening?

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Como foi falado anteriormente, o greening é considerado a doença mais grave da citricultura, já que compromete toda a produtividade da plantação. Quanto mais cedo a doença se disseminar pelo pomar, piores serão os danos causados. Poucas pessoas sabem, mas quando o greening está em 60% da planta é sinal de que a vida dela já foi afetada em 68%. Por isso é tão importante a prevenção.

Os sintomas podem ser vistos durante o ano todo, com maior frequência entre o início da primavera e o final do verão. Por isso, é recomendada atenção redobrada durante esse período. A partir de agora, mostraremos os sintomas causados tanto nas folhas quanto nos frutos.

Um dos primeiros sintomas aparece justamente nas folhas. Quando jovens, elas apresentam um aspecto amarelado, em contraste com a coloração verde das folhas não afetadas. Ao longo do tempo, devido à evolução da doença, outros sintomas surgem, gradualmente, até que toda a copa seja tomada pelo greening.
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Foto: Citrus Diseases - U.S. Department Of Agriculture
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Foto: Simone Picchi
GRANBLACK Fertilizante Foliar Premium Greening O Super Guia Imagem de Sintoma do Greening Nas Folhas e Frutos
Quando maduras, as folhas do ramo afetado apresentam mosqueamento (manchas de formas irregulares, verde claras ou amareladas, mescladas com o verde saudável sem uma nítida divisão entre elas). Esse mosqueamento algumas vezes não está presente, mesmo que seja um sintoma típico do greening e, nesses casos, o que se vê é o amarelamento generalizado das folhas em um ou poucos ramos.

Além disso, pode ser detectada a deficiência nutricional nas folhas dos ramos afetados. Por fim, a nervura da folha pode ficar grossa, mais clara (amarelada) e áspera, ou cair. Quando caem, pequenas brotações nascem na posição vertical – conhecidas como “orelhas de coelho”.

Nos frutos, assim como nas folhas, há uma mudança de coloração. No caso dos frutos, estes ficam com um aspecto verde claro e manchado, contrastando com o verde normal do restante do fruto, além de caírem precocemente. Outros sintomas como deformidade no tamanho, sementes abortadas e albedo (parte branca da casca) com espessura maior que a de um fruto sadio, são observados.
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Foto: Citrus Diseases - U.S. Department Of Agriculture

Além dos sintomas já relatados, é importante mencionar que plantas novas contaminadas não chegam a produzir. Já as plantas em produção, apresentam grande queda de frutos.

O controle efetivo do greening somente pode ser conseguido através da inspeção constante e eliminação imediata de plantas com sintomas da doença, já que mesmo apresentando sinais em uma pequena parte, a bactéria pode estar alojada em outras regiões da planta.

Sendo assim, pomares com alta incidência de greening devem ser suprimidos, para que se consiga conter a doença por completo.

Como diferenciar doenças parecidas com o greening?

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Quando o assunto é o greening, a comunidade citrícola coleciona casos e histórias de pomares que foram devastados pela doença. Um dos maiores desafios de quem trabalha com citros é lidar com o problema e manter o pomar protegido. Contudo, você sabe a diferença entre o greening e doenças semelhantes?

O greening pode ser confundido com sintomas da deficiência de alguns nutrientes ou, ainda, com outras doenças como CVC e gomose. Vamos às diferenças:

Provoca o aparecimento de pequenas manchas amarelas e irregulares na frente das folhas e lesões de cor palha nas suas costas. Elas podem então ficar “acanoadas”, como se estivessem murchas. Os frutos nessas plantas são pequenos, duros, com maturação precoce e não caem prematuramente;

As folhas ficam amareladas e com a nervura central mais grossa e mais clara. Os sintomas são reflexos das lesões no tronco próximo ao solo, característica típica da gomose;

As folhas se apresentam pequenas e estreitas, algumas vezes retorcidas, com clorose intensa e quase simétrica entre as nervuras. As brotações ficam com os entre-nós (distância entre as folhas no broto) curtos;

O sintoma mais frequente é a clorose entre as nervuras, mais pálida e menos acentuada que as verificadas na deficiência de zinco;

As folhas dos ponteiros ficam amareladas e os ramos mais novos apresentam ondulações e rachaduras, o que caracteriza a deficiência de cobre. Ao cortar as ondulações, pode-se observar pontuações escuras (gomas) na casca do ramo.
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Sintoma de CVC nas folhas
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Deficiência de zinco (Zn) nas folhas
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Deficiência de manganês (Mn) nas folhas

Como o greening é transmitido?

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Sabe-se que uma vez identificada a presença do greening, é necessário a eliminação da plantação, já que a doença ataca todos os tipos de citros e não há cura para as plantas doentes. Para que essa ação seja evitada, é preciso um controle efetivo com inspeção constante.

Já falamos um pouco sobre o que é o greening e suas principais causas, modos de ação da doença e sintomas, então, para que se tenha um conhecimento ampliarmos seu conhecimento, vamos nos aprofundar na forma de transmissão, e também no ciclo do greening. Nosso objetivo é deixar você, produtor de citros, perito nessa que é considerada a doença mais grave que pode acometer o seu pomar, tornando mais certeiro o seu cuidado e proteção.

Há dois tipos de problema que os psilídeos podem causar: deformidades foliares e doenças nas plantas, sendo essa última a mais prejudicial. Por se alimentar da seiva das plantas, o inseto pode acabar causando deformações no limbo foliar e, eventualmente, galhas às folhas. Pelo mesmo motivo, os psilídeos podem ser vetores de doenças bastante perigosas.

No greening, o vetor se alimenta, normalmente, das folhas de brotos novos do pomar onde o inseto coloca seus ovos e, depois, as ninfas se desenvolvem. Se a alimentação acontece em uma planta contaminada e, logo após, em plantas que não apresentam bactérias, o psilídeo as contaminam também. A disseminação ocorre tanto a curtas distâncias como a longas distâncias (até 3,5 km). Além disso, a transmissão também pode acontecer via mudas infectadas.

1

As plantas infectadas e os psilídeos com a bactéria são os responsáveis pela sobrevivência e disseminação da doença;

2

Tanto a bactéria quanto o psilídeo se reproduzem em todos os tipos de citros;

3

A bactéria vive nas “veias” das plantas (vasos do floema), por onde ela se espalha rapidamente para todas as partes da árvore: raízes, ramos, folhas e frutos;

4

O psilídeo passa por seis estágios de desenvolvimento, entre ovo e adulto. O inseto consegue adquirir a bactéria durante quase todo o seu desenvolvimento. Porém, a transmissão é maior na fase adulta porque o inseto consegue voar e atingir maiores distâncias;

6

Uma planta infectada, mas ainda sem sintomas, já pode servir de fonte da bactéria para o inseto infectar plantas sadias.

5

Após a transmissão da bactéria pelo psilídeo, os sintomas do greening começam a aparecer nas folhas das árvores mais ou menos quatro meses depois, e continuam a aparecer ao longo do ano;

6

Uma planta infectada, mas ainda sem sintomas, já pode servir de fonte da bactéria para o inseto infectar plantas sadias.

4

O psilídeo passa por seis estágios de desenvolvimento, entre ovo e adulto. O inseto consegue adquirir a bactéria durante quase todo o seu desenvolvimento. Porém, a transmissão é maior na fase adulta porque o inseto consegue voar e atingir maiores distâncias;

De acordo com o que vimos até o momento, a melhor maneira de se evitar o greening é a prevenção e a constante inspeção do pomar. Contudo, essa ação nem sempre é feita da maneira completa, o que pode acarretar no aparecimento da doença. Diante dessa situação, quais são as melhores medidas a serem tomadas? Como agir de forma eficaz?

A ação da bactéria Candidatus Liberibacter spp., responsável pelo aparecimento do greening, não tem cura e o que resta aos citricultores são as ferramentas de manejo do problema. Muitos citricultores se perguntam como tratar ou como agir diante de um pomar infestado de greening.

Aqui vão algumas dicas para o tratamento do greening nos citros:

Um dos principais sintomas do greening é a deformação dos frutos e a queda de muitos deles antes de amadurecerem totalmente. Os frutos ficam deformados devido à falta de água e nutrientes necessários para seu desenvolvimento por conta das caloses, que estão presentes no vaso condutor, impedindo essa passagem. Tudo isso é potencializado pelo déficit hídrico, já que a maioria dos pomares brasileiros não são irrigados. Todos os danos, principalmente a deformação dos frutos, podem ser vistos desde o início do desenvolvimento.

O maior número de raízes promove um suporte para a maior absorção de água pela planta, diminuindo assim a queda do fruto. Isso ocorre porque o tamanho do fruto, no início do seu desenvolvimento, está justamente relacionado com a sua queda. Em outras palavras, o aumento da queda de frutos quando estão maduros é uma consequência de seu menor crescimento em árvores afetadas pelo greening.

Boa nutrição fortalece a planta e diminui a queda

Quanto mais severa é a doença na planta, maior a queda dos frutos. Por isso, garantir um desenvolvimento inicial deles é benéfico para a geração de estratégias cujo intuito é minimizar a queda elevada de frutos em citros.

Para tentar contornar esse problema e evitar grandes perdas é preciso manter a boa nutrição das plantas. Todos os nutrientes devem estar balanceados agronomicamente para suprir as necessidades nutricionais e, ao mesmo tempo, fortalecer as plantas. Além disso, é essencial que seja feito todo o manejo preventivo do greening, para que as perdas de frutos sejam menores. O uso de produtos à base de aminoácidos, e que estimulam a produção de raízes, é uma boa alternativa para ajudar nesse desafio.

O greening, em alguns casos, pode ser confundido com determinadas doenças ou, ainda, com a deficiência de certos nutrientes como zinco, magnésio, manganês e cobre. De um modo geral, sintomas assimétricos não são observados nos dois lados das folhas em casos de deficiência de nutrientes. Diante disso, como tratar as plantas que apresentam justamente deficiência nutricional? Os fertilizantes estão no mercado para auxiliar o produtor nessa tarefa.

Antes de complementar a adubação mineral e dar um up na produtividade, é necessário fazer o dever de casa e levar em consideração as exigências e as peculiaridades do sistema de produção que estão sendo adotados. Além disso, entender os parâmetros que afetam a disponibilidade e retenção dos nutrientes no solo, como o pH, CTC, textura e tipo de solo, faz parte do bom manejo.

Adubação, calagem e gessagem: práticas que auxiliam na melhor nutrição da planta

A adubação de plantio e de cobertura da lavoura vai fazer com que os nutrientes necessários para a planta produzir sejam suficientes. Porém, é possível dar às plantas a possibilidade de atingir níveis superiores de produtividade e ainda conseguir contornar estresses bióticos, e abióticos, frequentes na plantação. É aqui que entram os fertilizantes.

Por outro lado, técnicas como a calagem (aplicação de calcário no solo) e a gessagem (aplicação de gesso agrícola no solo) ajudam no controle de deficiência nutricional. Ambos são manejos feitos em solos ácidos, ou seja, que apresentam pH baixo nos resultados da análise de solo. Essas práticas ajudam no melhor desenvolvimento das raízes e conseguem evitar que os nutrientes fiquem “presos” no solo e não sejam disponibilizados às plantas.

Diante de tantas alternativas apresentadas ao citricultor sobre como manter o pomar produtivo e saudável, uma dúvida frequente é a diferença entre agrotóxico e fertilizante. Muitos confundem um e outro, mas a verdade é que trata-se de dois produtos diferentes em vários aspectos, desde a composição até a finalidade. Vamos às diferenças:

Em resumo, enquanto o fertilizante tem a função de adubar o solo, deixando-o mais fértil e propício ao desenvolvimento de plantas, os agrotóxicos são utilizados no combate a determinados problemas, que podem ser causados por fungos, bactérias, vírus, insetos e pragas em geral.

O vetor se alimenta das folhas do pomar contaminado pela Bactéria. O vetor infectado ao se alimentar na planta sadia, também a contamina. Quando há sintomas nas folhas ou frutos, a bactéria já se espalhou para toda a planta, inclusive parte baixa do tronco e raízes. A transmissão também pode ocorrer por mudas infectadas.

  1. Uma vez infectada, a árvore se mantém inicialmente sadia;
  2. A bactéria se infiltra no floema, por onde se espalha para todas as partes da planta obstruindo o vaso;
  3. O floema é responsável por levar a seiva da folha até o restante da planta;
  4. Assim, a planta não consegue receber os nutrientes necessários para sobrevivência e produção.
  1. Folhas amareladas quando jovens;
  2. Folhas mosqueadas* quando maduradas;
  3. Em alguns casos, a nervura da folha fica grossa, mais clara (amarelada) e áspera;
  4. As folhas tendem a cair e em seu lugar surgem pequenas brotações na posição vertical (‘orelhas de coelho’).

* Manchas irregulares no limbo foliar, que alternam entre o verde e o amarelo, sem simetria entre as metades da folha.

  1.  Coloração verde clara manchada;
  2.  Caem precocemente;
  3.  Deformados, pequenos e assimétricos em relação à columela central;
  4.  As sementes ficam abortadas/necrosadas;
  5. Albedo* fica com espessura maior que a de um fruto sadio.

* Parte branca da casca

O GREENING É CONSIDERADO A MAIS GRAVE DOENÇA DA CITRICULTURA, POIS COMPROMETE A PRODUTIVIDADE E A LONGEVIDADE DOS POMARES

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Dano à Produtividade

O greening diminui o fluxo de nutrientes fazendo com que as árvores novas afetadas não cheguem a produzir e as adultas, em produção, sofram uma grande queda prematura de frutos e definhem ao longo do tempo.

Dano ao Pomar

As plantas doentes servem como fonte de bactéria. Esta última será adquirida pelos psilídeos ao se alimentarem dos caules e das folhas, disseminando a bactéria e a doença pelo próprio pomar e para outras propriedades da região.

Dano à Qualidade

A doença prejudica a capacidade da árvore de amadurecer adequadamente, resultando em frutos menores, com deformidades e podendo também apresentar sabor amargo, o que compromete o padrão de qualidade da produção.

Dano à Longevidade

Como não há cura, os pomares com alta incidência da doença, sem o adequado controle do inseto vetor, os psilídeos, ou que não eliminam rapidamente as plantas infectadas, tem sua produtividade e longevidade comprometidas.

nível de infestação do greening em 2019

% relativo ao número de árvores sintomáticas

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GRANBLACK Fertilizante Foliar Organomineral Premium Mapa de Incidência do Greening No Sudeste Brasileiro
55.1%
48.3%
32.43%
26.67%
17.29%
12.2%
10.77%
8.15%
5.02%
1.64%
1.09%
0.31%

Fonte: Levantamento FUNDECITRUS 2019